23 de setembro de 2011

Satélite cairá na Terra


Imagem ilustrativa: NASA
O satélite UARS (Upper Atmosphere Research Satellite), da NASA, cairá na Terra em algum momento desta sexta-feira.
Depois de vinte anos colocado em órbita pelo ônibus espacial Discovery, o satélite ficou os últimos seis anos com uma órbita improdutiva ao redor da Terra.
Ainda não há dados exatos de onde ele cairá, embora estejam sendo feitos todos os tipos de medições e cálculos para adiantar quais são as probabilidades. O certo é que, depois que o satélite se despedaçar no ar, muitas de suas partes (fabricadas com berílio, titânio e aço) não irão se desintegrar ao penetrar na atmosfera terrestre.
A NASA está fornecendo informações sobre a movimentação do UARS através de uma página própria na internet. A Agência Espacial Russa, por sua vez, tem suas próprias medições, e anunciou há alguns dias que os restos do satélite cairão no mar, próximo a Papua Nova Guiné. Apesar do risco da queda provocar algum acidente envolvendo vidas humanas ser muito baixo, uma probabilidade de 1 para 3.200. É bom ficar de olho no site da NASA, probabilidade é probabilidade!
Site da NASA.

Fontes: NASA / The History Channel

14 de setembro de 2011

Missão não tripulada à Lua

Foto: AP
Com um custo de 500 milhões de dólares, a NASA lançou no dia 10/09/2011, duas naves não tripuladas em direção a Lua, as naves terão o objetivo de orbitar a Lua para medir seu campo gravitacional e elaborar um mapa do interior do satélite, que se formou há 4 bilhões e 500 milhões de anos.

Quando em órbita lunar, as gêmeas GRAIL-A e GRAIL-B percorrerão 4.2 e 4.3 milhões de quilômetros cada uma, e durante essa jornada enviarão sinais de rádio que definirão com extrema precisão a distância entre elas. Cada sonda tem o tamanho de uma máquina de lavar comum. O mecanismo é o mesmo utilizado na missão Grace, que mapeia a gravidade da própria Terra desde 2002.




Imagem ilustrativa: NASA/JPL
O objetivo será criar um mapa altamente preciso do campo gravitacional lunar, através da dilatação e contração da distância entre as sondas, provocadas por minúsculas variações regionais da gravidade.

Os cientistas esperam da missão GRAIL resposta a algumas incógnitas sobre o lado escuro da Lua, que os humanos jamais exploraram, e dados sobre como foram formados os outros planetas rochosos, como a Terra, Vênus, Marte e Mercúrio.


Imagem ilustrativa: Efe/Nasa

Segundo o previsto, as naves gêmeas alcançarão a órbita polar da Lua no final do ano e vão girar em torno do satélite terrestre durante três meses. Essa missão integra o programa Discovery da NASA, que já lançou dez naves desde 1992 para estudar o Sistema Solar.

Atualmente três satélites científicos estão orbitando a Lua, doze pessoas já pisaram na superfície lunar, e 382 kg de rochas e amostras do solo foram trazidas à Terra para serem estudadas.

Segundo o programa previsto, os satélites gêmeos GRAIL viajarão à Lua por mais de três meses. Uma das naves entrará em órbita lunar na véspera do Ano Novo e a segunda no dia do novo ano. Uma vez lá, as duas naves se alinharão e basicamente perseguirão uma à outra em uma órbita polar enquanto a Lua roda lentamente debaixo delas, segundo os cientistas.

As duas ficarão a 55 km sobre a superfície lunar, com uma distância entre elas de 60 a 225 km. Quarenta dias depois de terminar seu trabalho, a dupla se dirigirá à superfície lunar, onde continuarão pesquisando por um ano.

(Crédito: Nasa/JPL-Caltech)



10 de setembro de 2011

Estrela Antares

Ilustração comparativa
Antares é uma estrela fácil de ver a olho nu, é uma estrela supergigante vermelha, de brilho variável, localizada na cabeça da constelação de Escorpião. Ela é 1600 vezes maior que o Sol. Sua luminosidade visual é cerca de 10.000 vezes a do Sol. Sua massa equivale a 17 massas solares, mas para a nossa sorte, ela fica a uma distância de 600 anos-luz da Terra.
O nome Antares é derivado de Anti-Ares, que significa (Anti-Marte), pois Antares se assemelha em sua cor avermelhada e brilho a Marte, rivalizando com o planeta.
Antares não está sozinha, ela tem uma estrela companheira azul, chamada Antares B. ambas ficam girando em torno de um centro comum, como um belo carrossel estelar. Por causa do Brilho forte de Antares A, para ver Antares B, é necessário observar com um telescópio com abertura de pelo menos 150 mm.

A melhor época do ano para ver Antares é em 31 de maio, quando a estrela está em oposição com o Sol. Nesse momento, a estrela é visível a noite inteira. Por duas a três semanas do final de novembro, Antares não é visível totalmente devido ao brilho do Sol. Esse período de invisibilidade é maior no hemisfério norte do que no hemisfério sul.

LeiaTambém: